

Sábado 25 de Abril, último dia da Exposição “Raphael”, na Fundação Bernardo. Caras conhecidas e algumas amizades de longa data, acompanharam a visita aos vários núcleos da exposição, distribuída pelos vários compartimentos da “fundação”, “nouvel" instituição de arte contemporânea já transformada em lugar de cultura e de encontro dos apreciadores de artes nas Caldas da Rainha. Muito calor humano, silêncios cúmplices e expectativas ansiolíticas. A exposição não nos deixou ficar mal, pelo contrário, fez-nos bem ao ego, ao espírito e ao adormecido sentido crítico. Existe mesmo, ainda, a arte pela arte, numa mistura de capacidade criativa, aliada ao mecenato puro e generoso. Desde a provocação, dentro da maior e melhor tradição bordaliana, passando pela ainda contemporânea mescla pop e a mais estética e naturalista capacidade de “instalar instantâneos” naturais, profundamente plásticos e emotivos.
Um genuíno e bem vivo Centro de Artes, mesmo no Centro da Cidade, junto à Câmara das Caldas, outro forte contraste, comprovando a velha máxima de que onde há vida, também há morte. Cerâmica, caricatura, mordaz e politica actualizada, deixando-nos a sensação, há muito não sentida, de estarmos perante o ponto dentro do ponto, a arte dentro da arte, inexistência da parte, apenas e só o todo. Não é isso a arte?
Para visitar mais vezes e consumir sem moderação.
Parabéns Bernardo, pela fundação, pela ideia, pela arte, pela vida, pela irreverência, pela sinceridade, pela oportunidade, pela arte, pela vida, pela ideia, pela fundação, pela sinceridade, pela instalação, pela vida, pela oportunidade, pelo Rafael, pela ideia, pelo túnel, pelo vento, pelo cheiro, pela vida, pela ideia, pela fundação, pelas janelas, pelos interiores, pela pop, pela vida,pelas folhas caídas, pela performance, pela arte, pela arte, pop, op, o, po, pop ……….
Um genuíno e bem vivo Centro de Artes, mesmo no Centro da Cidade, junto à Câmara das Caldas, outro forte contraste, comprovando a velha máxima de que onde há vida, também há morte. Cerâmica, caricatura, mordaz e politica actualizada, deixando-nos a sensação, há muito não sentida, de estarmos perante o ponto dentro do ponto, a arte dentro da arte, inexistência da parte, apenas e só o todo. Não é isso a arte?
Para visitar mais vezes e consumir sem moderação.
Parabéns Bernardo, pela fundação, pela ideia, pela arte, pela vida, pela irreverência, pela sinceridade, pela oportunidade, pela arte, pela vida, pela ideia, pela fundação, pela sinceridade, pela instalação, pela vida, pela oportunidade, pelo Rafael, pela ideia, pelo túnel, pelo vento, pelo cheiro, pela vida, pela ideia, pela fundação, pelas janelas, pelos interiores, pela pop, pela vida,pelas folhas caídas, pela performance, pela arte, pela arte, pop, op, o, po, pop ……….
Fotos NB
1 comentários:
E o centro de artes, para que serve?obra de arte tumulária contemporânea?
Andreia
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